quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Lavagem do Senhor do Bonfim deve atrair várias pessoas de Cruz das Almas


Acontece nesta quinta-feira (17) a tradicional Lavagem do Senhor do Bonfim. Vários Cruzalmenses estarão viajando para Salvador para acompanhar o festejo.

Grupos de Pessoas fazem uma espécie de bate & volta para levar amigos e familiares para lavagem, com direito até a camisa personalizada.

Roque um dos fundadores do BACA comenta sobre essa manifestação popular.

“A Lavagem do Bonfim – costuma mobilizar milhares de pessoas em Salvador e também no interior do Estado, pois não abre mão de vestir sua roupa branca, andar 8km atrás do acelerado cortejo das baianas, subir a colina sagrada e, por fim, se banhar com água benta nas escadarias da Basílica, porque quem tem fé vai a pé. Daí me veio a ideia de confeccionar camisa do BACA para os Baqueiros & Baqueiras poderem ir representar o BACA e Cruz das Almas nesta festa profana que é tão aguardada pelos Baianos.”

Washington da Farmácia e Luciano (Chipanzé), comentam sobre as camisas e o transporte para levar os conterrâneos.

 “Quando Roque colocou no grupo as camisas e a caneca para vender, os Baqueiros & Baqueiras perguntaram logo sobre o transporte. Então, daí resolvemos organizar o transporte dos Baqueiros & Baqueiras, e está sendo um sucesso. Estamos com um carro com 28 lugares e desses só resta 1 vaga. Todos estão com suas camisas e canecas para irem representar o grupo BACA e Cruz das Almas nesta festa profana que é tão desejada e aguardada por todos os baianos.” (organizadores do transporte do grupo BACA).




De acordo com o site Brasil de fato, no dia da lavagem, o cortejo sai às oito horas da Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio até a Colina Sagrada, no bairro do Bonfim. É formado um tapete branco com milhares de pessoas numa caminhada de oito quilômetros, para agradecer, reafirmar a fé e reverenciar o Senhor do Bonfim. Banho de folhas, lavagem das escadarias pelas baianas, as famosas fitas coloridas do Senhor do Bonfim amarradas nos pulsos ou no gradil da Basílica, distribuição de mungunzá e a parte profana após o rito religioso são algumas das marcas desta festa. É marcada também pela cultura sincrética baiana, que reúne elementos das religiões católicas e de matriz africana, tem o orixá Oxalá reverenciado e homenageado no mesmo período.

Por Juninho Rodrigues - Portal Cruzalmense

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