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Outubro é o mês mundial de conscientização do câncer de fígado; tipo é o terceiro que mais mata

Foto: Reprodução

Neste mês de outubro, acontece campanha mundial de conscientização do câncer do fígado – sexto entre os tipos mais frequentes de câncer, porém o terceiro em óbitos.

É um tipo de câncer que pode ser evitado – pois tem como principais causas a infecção pela hepatite B (que tem vacina; no Brasil, é fornecida gratuitamente pelo SUS), hepatite C (teste e tratamento gratuitos também pelo SUS), cirrose (causada por essas hepatites e por consumo excessivo de álcool).

A evolução é rápida e sem dor ou sem geralmente apresentar outro sintoma em suas fases iniciais. Geralmente, quando diagnosticado em fases mais avançadas, o prognóstico é pessimista e poucas opções de tratamento curativo (somente paliativo) – apesar de que em fases iniciais pode ser tratado e controlado.

A campanha mundial é liderada pela Rede Internacional de Conscientização para o Câncer de Fígado que, no Brasil, é integrada pelo IBRAFIG, Instituto Brasileiro do Fígado (vinculado à Sociedade Brasileira de Hepatologia)

Segundo pesquisa Datafolha, encomendada pelo instituto, a população brasileira negligencia principais causas de câncer de fígado. Mais da metade (60%) da população não fez teste (ou não sabe se fez) para Hepatite C, nem para Hepatite B (52% entre os que não fizeram e não sabem se fizeram) – principais causas. Hepatite B tem vacina e Hepatite C tem tratamento, que leva à cura (por isso, câncer de fígado poderia ser evitado). E apesar de não fazer o teste, 8 em cada 10 brasileiros sabem que eles podem ser realizados gratuitamente pelo SUS, mas 47%/46%, respectivamente, não o fazem por “não sentir necessidade, ou falta de interesse”..

As outras causas de câncer de fígado são cirrose pelo uso excessivo de álcool e esteatose (“gordura no fígado”).

O Instituto Datafolha entrevistou presencialmente, entre 8 e 15/09/2021, 1.995 pessoas em todo o Brasil, acima de 18 anos, distribuídas em 129 municípios das cinco regiões do país. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Por: Luciana Freire - Metro 1 

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