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Ifood diz que funcionário mudou nomes de restaurantes e dados de clientes não foram acessados

Foto: Divulgação

 O Ifood apontou que não sofreu um ataque hacker e que o incidente ocorrido na noite de terça-feira, 2, em que nomes de alguns restaurantes foram trocados (veja aqui) por frases de apoio a extrema-direita e ao presidente Jair Bolsonaro como “Bolsonaro 2022”, “Lula ladrão”e “Vacina mata”, foi causado por um único funcionário que tinha permissão para ajustar informações cadastrais dos restaurantes na plataforma e o fez “de forma indevida”.


“O incidente foi causado por meio da conta de um funcionário de uma empresa prestadora de serviço de atendimento que tinha permissão para ajustar informações cadastrais dos restaurantes na plataforma, e que o fez de forma indevida”, disse a empresa por meio de nota publicada nas redes sociais na madrugada desta terça-feira, 3.

Em meio a notícias de um possível ataque hacker, diversos usuários do app temeram o acesso aos seus dados e excluíram os seus cartões cadastrados no app de compra de alimentos. De acordo com o Ifood, “os meios de pagamento dos clientes estão seguros”.

“Os dados de meios de pagamento não são armazenados nos bancos de dados do iFood, ficando gravados apenas nos dispositivos dos próprios usuários, não tendo havido comprometimento de dados de cartões de crédito”, alegou a empresa.

“Também não há qualquer indício de vazamento da base de dados pessoais de clientes ou entregadores cadastrados na plataforma”, acrescentou.

Além disso, o Ifood também informou que o acesso da prestadora de serviço terceirizada foi “imediatamente interrompido”, e os nomes dos restaurantes restabelecidos. (A Tarde)

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