Raiva animal ainda preocupa autoridades de saúde e exige atenção da população
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| Foto: Arquivo |
Cães e gatos ainda são os principais transmissores da raiva no meio urbano, enquanto morcegos, raposas e outros animais silvestres representam maior risco em áreas rurais. O vírus atinge o sistema nervoso central e, após o aparecimento dos sintomas, a chance de sobrevivência é mínima, o que torna a prevenção a principal forma de combate à doença.
Entre os sinais mais comuns da raiva em animais estão mudanças bruscas de comportamento, agressividade excessiva, salivação intensa, dificuldade para engolir, desorientação e paralisia. Diante de qualquer suspeita, a orientação é não tocar no animal e acionar imediatamente os órgãos de vigilância sanitária ou zoonoses do município.
A vacinação anual de cães e gatos é considerada a medida mais eficaz para prevenir a raiva animal. Campanhas públicas de imunização são realizadas regularmente e têm papel fundamental na redução de casos, protegendo não apenas os animais, mas também a população em geral.
Em casos de mordidas ou arranhões, a recomendação é lavar o local imediatamente com água e sabão e procurar atendimento médico o mais rápido possível. O acompanhamento do animal e a avaliação de profissionais de saúde são essenciais para definir a necessidade de tratamento.
A conscientização da população, aliada à vacinação e à notificação de casos suspeitos, é fundamental para manter a raiva animal sob controle e evitar que uma doença grave e prevenível continue oferecendo riscos à saúde pública.


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