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Torres de telefonia e câncer: o que dizem estudos e órgãos de saúde

Foto: ilustrativa

Torres de telefonia fazem parte da rede que permite chamadas e acesso à internet por meio de celulares. Esses equipamentos emitem radiofrequência, um tipo de energia usada na transmissão de sinal entre antenas e aparelhos.

A Organização Mundial da Saúde informa que estudos analisaram a exposição à radiofrequência e não encontraram relação entre torres de telefonia e câncer. Segundo o órgão, as pesquisas seguem o uso desse tipo de tecnologia e seus efeitos no corpo.

A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer classificou a radiofrequência no grupo 2B, que reúne agentes com relação sob análise. Esse grupo inclui itens como café e outros fatores que ainda passam por investigação.

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer informa que não há prova de relação entre torres de telefonia e o surgimento de câncer. O instituto explica que a radiofrequência emitida por antenas fica dentro de limites definidos por normas.

A Agência Nacional de Telecomunicações estabelece regras sobre a instalação e o funcionamento de torres. Essas regras definem limites de exposição com base em estudos e padrões usados em outros países.

Pesquisas seguem em andamento para acompanhar o uso da tecnologia e seus efeitos. Até o momento, órgãos de saúde afirmam que não há prova de relação entre torres de telefonia e câncer.

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